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Hoje estive de volta na universidade em que me formei, a convite de uma grande colega de profissão, para apresentar meu trabalho de conclusão de curso, para a turma que o fará também no final deste ano. Para mim é uma satisfação sem tamanho, o fato de poder expor com tranquilidade de quem já passou por todo o sufoco desta final de curso, minha experiência e aprendizado, para uma turma ávida por aprender como se faz para ter tudo resolvido rapidamente, sem dificuldades e superar o medo da banca final com segurança. A platéia calada perante minha esplanação e os olhares em busca de uma fórmula mágica projetual é muito interessante. Como um ano passa rápido. Dois também, três, quatro... O tempo é implacável e me lembro como se fosse hoje minha apresentação final. Por sorte, fiz professores-amigos durante os cinco anos que se passaram. A Cris me orientou desde o primeiro dia de aula, provavelmente ela nem saiba disso. Mas foi marcante sua amabilidade e paciência com aquela turma de mais de cem candidatos à arquitetos. A Patrícia com seu jeito meigo de menininha de 1,50m de estatura, mas com conhecimento urbanístico digno de gigantes, me iluminou a mente com ótimas apostilas e aulas dinâmicas que colocaram grande parte do embasamento de meu projeto. Depois as saídas para a padoca também reforçaram os laços de amizade e cumplicidade. Sobre a Duli, não tenho palavras pra descrever a satisfação de rever a "amiga da minha amiga". Foi surpreendente conhecê-la a frente de alunos curiosos para saber como ela conseguiu desenhar aquele TFG todinho à mão. Desenhos expressivos e traços firmes. O projeto dela no recife é digno de meu júbilo e reverência máxima. Fez-me lembrar os traços firmes de Lina. A Stamatia é uma "paixão" à parte. Fascinado pela história da arquitetura que aprendi com ela, fiquei ainda mais deslumbrado com suas aulas marcantes e seus ritos emocionantes e às vezes amedrontadores. Entrei na universidade pensando que sabia quase tudo e saí sabendo que restava todo o resto para aprender. Ela que nos incentivou tanto a comprar livros de arquitetura, ler os mestres, venerar os ilustres urbanistas. Ah, bons tempos aqueles em que podíamos tudo sobre o papel. Outras grandes figuras passaram por nós e nós por eles. Alguns polêmicos, outros engraçados.
A arquitetura me deixou e deixa marcas profundas. Emociono-me em refletir sobre como a nossa profissão é completa e instigante. A vasta gama de opções de atuação de um arquiteto nos torna polivalentes e acentua a penetração nos mais variados campos do saber, da cultura de diversos povos, do envolvimento nos diversos meios de desenvolvimento humano e tecnológico.
Outro dia passei em frente a uma escola municipal da cidade de Barueri, e pude ver, com tamanho orgulho, na grade da fachada, o novo nome da escola: EMEI Hércules Alves de Oliveira. Este homem, arquiteto, marido da Miriam, pai da Camila (colega de coração), foi meu primeiro mestre no ofício divino da arquitetura. Ele estará sempre em meu coração, como pai e precursor de meus aprendizados até hoje e sempre. Agradeço diariamente à Deus por colocar em minha vida pessoas tão especiais como todos que citei e outros tantos que "sabem" atravésde seus coração, a gratidão que tenho por conhecê-los. Amigos e colegas que deixaram fortes marcas em minha caminhada, não só como profissional, mas sobretudo, como pessoa. Todos contribuíram, de alguma forma, para meu desenvolvimento pessoal, profissional e espirirual.
A jornada continua e este ano, o CAU iniciará suas atividades livremente, sem as amarras do "outro" conselho.
Aos meus futuros colegas de profissão, deixo a máxima de Mies: "menos é mais".
A arquitetura me deixou e deixa marcas profundas. Emociono-me em refletir sobre como a nossa profissão é completa e instigante. A vasta gama de opções de atuação de um arquiteto nos torna polivalentes e acentua a penetração nos mais variados campos do saber, da cultura de diversos povos, do envolvimento nos diversos meios de desenvolvimento humano e tecnológico.
Outro dia passei em frente a uma escola municipal da cidade de Barueri, e pude ver, com tamanho orgulho, na grade da fachada, o novo nome da escola: EMEI Hércules Alves de Oliveira. Este homem, arquiteto, marido da Miriam, pai da Camila (colega de coração), foi meu primeiro mestre no ofício divino da arquitetura. Ele estará sempre em meu coração, como pai e precursor de meus aprendizados até hoje e sempre. Agradeço diariamente à Deus por colocar em minha vida pessoas tão especiais como todos que citei e outros tantos que "sabem" atravésde seus coração, a gratidão que tenho por conhecê-los. Amigos e colegas que deixaram fortes marcas em minha caminhada, não só como profissional, mas sobretudo, como pessoa. Todos contribuíram, de alguma forma, para meu desenvolvimento pessoal, profissional e espirirual.
A jornada continua e este ano, o CAU iniciará suas atividades livremente, sem as amarras do "outro" conselho.
Aos meus futuros colegas de profissão, deixo a máxima de Mies: "menos é mais".
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